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Helicópteros AW119MK II ‘Koala’ da Força Aérea Portuguesa não irão combater incêndios este ano



 Os dois novos helicópteros da Força Aérea Portuguesa (FAP), que substituem aparelhos antigos com mais de 50 anos de serviço, estão preparados para combater incêndios, mas não integram o dispositivo deste ano, disse nesta segunda-feira, dia 18 de fevereiro, o ministro da Defesa Nacional.

Estas aeronaves “não fazem parte” do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR), apesar de poderem atuar “numa situação de emergência”, dado que a sua “função primordial é servir nas múltiplas missões que a FAP tem”, afirmou João Gomes Cravinho.

O governante falava aos jornalistas na Base Aérea N.º 11, em Beja, depois de assistir à cerimónia de receção de dois dos cinco novos helicópteros AW119MK II ‘Koala’ comprados pelo Estado português e de homenagear o Chefe de Estado Maior da Força Aérea, general Manuel Teixeira Rolo.

Segundo o ministro, os novos ‘Koala’ vão substituir os ‘Alouette III’, que estiveram ao serviço da FAP durante 56 anos e que chegaram a participar na guerra colonial, tendo como principais funções “busca e salvamento, formação e instrução e proteção civil”.

“Estes helicópteros não fazem parte do DECIR, mas podem, em situações de emergência, também acorrer a essa necessidade”, sublinhou, referindo que o combate a incêndios “não é uma função primária”, mas sim “uma função possível em caso de emergência”.

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